Buenas chicos y
chicas...
Bom, neste
post estarei comentando algo referente a
contração dos materiais plásticos após serem
processados, no caso, após a
injeção.
Para
projetistas, preparadores,
ferramenteiros, etc etc etc a
contração é um grande vilão, principalmente em peças técnicas com alta precisão.
Cada material plástico tem sua percentagem "padrão" de
contração como podem verificar na tabela abaixo, mas isso só funciona com peças "normais" e com moldes devidamente
projetados para o material; peças normais digo: peças com paredes uniformes, sem paredes grossas demais ou até muito finas, pior ainda se no produto tem paredes de 1mm e também de 8mm...
Exemplo: Produto com parede de 3mm, material
polipropileno a ser
injetado, o molde com boa refrigeração e também um processo de
injeção bem regulado na
injeção pode ter um resultado de
contração de acordo com a tabela, ou seja, cerca de 2%.
Mas, lembro dos problemas que já tive em relação a
contração, exemplo como produto de PP contraindo 4% ou
poliacetal contraindo 4,5%,
termofixo baquelite contraindo 1,2%, etc etc etc...
Referente a software para avaliar estes problemas com
contração ainda não achei um que dê um resultado convincente, até mesmo o
Moldflow que é o mais popular e mais antigo não dá um resultado
exato referente a
contração.
Outro problema é o clima, "isso mesmo" O CLIMA, temperatura ambiente, tem-se uma variação grande no produto final por causa disso, ou seja, se você
injetar uma peça no verão e a mesma no inverno, você vai notar que as medidas do produto não vão estar iguais....e isso pode ocasionar a devolução de um pedido..
rsrsBom, para empresas que apenas
injetam garfos, facas,
brinquedinhos, potes, etc, ou seja, peças sem precisão alguma, apenas acabamento visual a
contração não afeta em nada...mas para quem
injeta peças técnicas isso é um grande problema, mais ainda quanto além da
contração estiver ocorrendo o empenamento.
Chega de
bla bla bla...
Abraços
Segue link para download da tabela:
http://rapidshare.com/files/407845978/tabela.jpg